crônica poética

Pequenos relatos cotidianos


Sentado em minha poltrona,uma cadeira azul giratória,ouvindo Fátima de capital inicial,comecei a escrever sobre minhas andanças pelas ruas da cidade,observando algumas situações de vida das pessoas,como andam,como se comportam em determinados ambientes.

vi muita gente que vão e vem,dão passos cadenciados à procura de quê? de sobrevivência?

ou a sobrevivência é esse jogo de pernas desconcertantes que alisam as calçadas e as ruas "aconchegantes"?

Pessoas acostumadas com tudo que veem,sentem,cheiram,ouvem…

Seus sentidos transpiram,revelam gritos de dor ou alegria.

Todas as noites escondem em si mesmos na companhia de seus corpos.

Pessoas de todas as cores,raças,sentimentos,aptidões,desejos…

O sucesso é um eterno devir.

Sucesso como caminho escolhido para ser um na sociedade.

O que será de muitos nesse espaço-tempo? 

Não sei.Continuarei observando e observado,trilhando meu próprio caminho.


Silva,Robson 

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