Linguagens e diversidades! Aprimoremos nossa comunicação!

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8 comentários em “Linguagens e diversidades! Aprimoremos nossa comunicação!

  1. Professor Robson, confesso não me sentir merecedor em receber tanta informação maravilhosa contida no post. Vou precisar de um bom tempo para absorver esse material em”Linguagem e Rotina”, não sei se é esse o título para o conjunto da obra, mas prometo ao final das leituras e reflexões, comentar cada módulo. Seu material é tão bom que, pela primeira vez, vejo uma serventia para a Internet. Acho que tô ficando bobo…elogiando Internet!?
    Abraços,
    Júlio Pessanha.

  2. Olá, professor Robson e a todos do Piauí!
    Só agora caiu a ficha e pude entender a finalidade de”linguagens e diversidades.Aprimoremos nossa linguagem.” Me corrija se eu estiver equivocado:Penso ser um canal aberto por você para aqueles que querem manifestar suas preocupações ou interesses no assunto. Estou certo?Embora eu ainda não saiba se procede minhas inquietações dentro desse tema eu vou arriscar, mas peço que me perdoe se não for o caso, ou mesmo se eu deixar escapar nessas linhas um poco da minha arrogância. Não é nem de longe a intensão.Sempre estarei me referindo à fragilidade dos idiomas mas que esclarecer que me reporta a ela sempre SUBMITIVAMENTE (o modo oposto ao imperativo) batizado por mim em virtude da inexistência desse modo verbal em qualquer idioma(que eu saiba).
    Provavelmente aí no Piauí também se ouve muitas coisas ruins aqui das favelas do Rio de Janeiro, porém vivendo como monge aqui na serra das CINCO GÊMEAS,aprendi coisas maravilhosas durante dez anos que poderiam ser aprendidas nos livros mas esses não tocam nem de leve no assunto “…and I makes me wonder…”-LED ZEPPELIN:
    ….EU ANDO…
    ….EU VEJO…
    ….EU FALO…
    Ora, os idiomas foram produzidos pelos déspotas há mais de 2 mil anos atrás. Só que depois disso Isaac Newton já nos ensinou( a toda ação corresponde uma reação igual em módulo e em sentido contrário) que quem DIRETAMENTE nos impele para que andemos, é a Terra e não nós mesmo. Não basta ter os pés!
    E se não houver LUZ, será que bastam nossos olhos?
    E se não houver o ar, basta ter boca para sair dizermos algo?
    Resumindo: todas as nossas AÇÕES só podem ser executadas quando compartilhadas com a NATUREZA. Tudo envolve um compartilhamento coletivo muito intenso. Mas então onde os idiomas deixam isso explícito?
    Acho que podemos dizer de quem é a culpa da degradação AMBIENTAL, isso só para começar… Pasmem: A única pessoa que conheci revelando essa fraqueza dos nossos idiomas foi a professora Paula Brugger (em um de seus artigos) até tentei parabenizá-la mas o e-mail voltou. Quem tiver o novo endereço dela e me enviar estarei eternamente grato.Por hora fico só nesse começo.
    Abraço a todos,
    jÚlio(uma combinação linear com o UNIVERSO).

  3. Apenas uma correção: Não conheço a professora Paula Brugger como mencionei acima. Só tive o privilégio de colidir casualmente com um de seus artigos( O vôo da águia: reflexões sobre método, interdisciplinaridade e meio ambiente). Ela será uma das palestrantes no VEGFEST de 23 a 26 de setembro de 2015 em Recife. Lamento não poder ir, mas vou torcer para ano que vem ser realizado aqui no Rio de Janeiro.
    Tchau!
    jÚlio.

  4. Continuando a análise da fragilidade dos nossos idiomas:
    Para piorar a ausência de uma explícita referência à NATUREZA quem compartilha conosco cada ação que executemos, os nossos idiomas cometem o mais absurdo dos remendos, a saber, o que se convencionou chamar de REGÊNCIA VERBAL. MEU DEUS! QUEM PRECISA DE COMPLEMENTO NÃO É O EFEITO ABSTRATO( a ação) mas sim o SUJEITO OU A CAUSA E SEU INTERLOCUTOR. Lembrando como já foi dito, que um idioma foi imposto à revelia dos DÉSPOTAS, não me surpreende, mas passar desapercebido por gerações e gerações de professores …”and I makes me wonder…”.
    Antes do surgimento dos déspotas, havia as sociedades primitivas respeitadores da Natureza. Assim não cabia a qualquer tirano impor um idioma em que ficasse claro a submissão do todo “poderoso” a ajuda da Natureza para ele próprio executar seus mandos e desmandos. Mas até quando vamos nos conformar com uma sandice dessas. Meu balanço dessa situação: gastamos tempo , dinheiro, noites de insones para nos formar e no final tudo que queremos mostrar é que nos tornamos gente, mas ser gente não é sair por aí propagando absurdos tal qual muito da formação que nos “oferecem”. E já que estamos falando da nossa submissão completa frente a Natureza, pergunto: CADÊ O MODO SUBMITIVO PROFESSORES (aos quais me incluo-claro)? OU SOMOS ACIMA DE TUDO TODOS TIRANOS usando indiscriminadamente o imperativo?
    Dois mil anos senhores! É muito tempo que os idiomas estão postos aí, E TOTALMENTE ACABADOS, PERFEITOS! A única área do conhecimento humano fechada! COMO SE OS HOMENS JÁ SE COMUNICASSEM SATISFATORIAMENTE BEM…
    Para não estender demasiadamente na crítica vale ressaltar apenas o seguinte: A explícita omissão à NATUREZA só é uma peculiaridade apenas dos idiomas. Na prática sentimos INCONSCIENTEMENTE sua presença até num fio de cabelo mas na hora de verbalizar
    isso é que sentimos o vazio e desesperadamente para nos sentir VIVOS nos apegamos a classes que melhor “nos” convém EMINENTEMENTE EXCLUDENTES,patrocinadas pela pobreza da linguagem. Cria-se então as classes, ……..e as guerras de classes.
    No início eu busquei Isaac Newton para embasar esse comentário, mas ele e todos nós cometemos um grave erro: pensar que podemos APLICAR AS LEIS DA MECÂNICA “isolando” um corpo, só que sem o compartilhamento da Natureza não isolamos coisa alguma. Além disso a Natureza não isola ninguém, ao contrário ela nos trouxe a MECÂNICA QUÂNTICA e com ela pela primeira vez a opinião de seu criadores como pessoas sensatas: …”NÃO ENTENDEMOS NADA DO QUE FIZEMOS…” Ainda assim a estupidez vai e joga uma bomba em Irochima e outros fazem usinas nucleares para enriquecerem, como se soubessem o que estavam fazendo. Se não for por uma explícita referência à natureza em toda e qualquer comunicação nas ações que praticamos, não nos reconheceremos a cada outro. Até lá teremos que conviver com a INCERTEZA QUÂNTICA também na linguagem, e o que é pior, inconscientes?
    Submitivamente, abraços a todos
    jÚlio

  5. Professor Robson, saudações flamenguistas a todos do Piauí! Inclusive…é claro. A diversidade apóia.
    Estou procurando dentro do meio da Linguística possíveis trabalhos que façam correlação entre as canções dos pássaros e as canções dos homens, tenho ligeira impressão que foram os primeiros a nos estimular a imitá-los.
    Acontece que no facebook(Cristina Alarcón Chamarelli Goossens) amiga minha, há uma enquete : “…que música tem maior proximidade com sua personalidade…” MUITO LEGAL.
    Um detalhe, contudo, me chocou no início: Na frente da pesquisa estão Stairway to heaven,
    Hotel Califórnia, Imagine,…! Ninguém citou uma Rolinha, um Sabiá, um Canário,… Fiquei deslocado por ser o único a citar a canção do Canário. NEM DORMI NAQUELA NOITE. Mas ao adormecer já de manhã e embalado pelo canto dos meus amiguinhos me sussurrando:” LED ZEPPELIN-significa pássaro de chumbo, EAGLES-significa águias.e BEATLES, ou melhor ex BEATLES- quer dizer ex besouro. Moral da história:
    O HOMEM COMPROVADAMENTE TALENTOSO TERÁ QUE TORNAR EXPLÍCITO O COMPARTILHAMENTO DE TODA E QUALQUER AÇÃO QUE EXECUTE COM A NATUREZA, em sua linguagem, em especial a verbal. Por enquanto, talento é coisa de outro mundo nos idiomas dos homens.
    Hoje é dia da Árvore, como todos os outro e veio a calhar. Abraço a todos.
    Submitivamente.
    jÚlio pessaNha.

  6. Ontem no RockinRio houve a apresentação da QUEENS OF THE STONE AGE. A banda é ótima, embora não tenham incluido minha canção predileta, mas só o nome é satisfatório pois traduz muito bem o estágio atual dos nossos idiomas, e a partir daí podemos imaginar as demais áreas do conhecimento humano. Um amigo outro dia me retrucou “…mas jÚlio, você vai negar a espantosa velocidade da “inter”net…?” QUEENS OF THE STONE AGE diria: e como vocês pensam em levar essa “inter”net para o passado e assim alterar o presente? Fui dormir essa noite com isso em mente, e acabei conversando com dois amigos nossos: Pedia ao Sol e a Terra,…,que retroagissem em seus movimentos de rotação e translação para que voltassem comigo no tempo… Sabem o que me responderam? “Sr. jÚlio, não é fácil nem voltar ao passado, nem ir para o futuro, e viver o presente é ainda mais difícil. Faça o seguinte: Dê três passos à frente quando estiver num transporte coletivo cheio. Se você não criar problemas nós retroagiremos nossos movimentos para que possa dar os mesmos três passos de volta no tempo.”
    De fato, se ainda não sabemos nem pedir licença uns aos outros, ainda tem gente querendo pedir licença ao UNIVERSO para voltar no tempo ou para ir ao futuro. Isso só é possível com verdadeiros aprendizados do presente e aí não vale trapaças, como aliás, já tentei bastante. Se você quer conhecer um ser humano, veja se ela sabe pedir licença, caso contrário, ele no máximo, está aprendendo ser.

  7. Parece que os homens não tem mesmo jeito. Hoje vejo uma matéria, que para simplificar é o seguinte: “PUSERAM ÁGUA EM MARTE”. Será tão difícil assim por uma referência à NATUREZA em suas ações? E olha que são cientistas, acostumados a citar referências em “seus” trabalhos hein! O pior é que para os computadores os cientistas só usam duas coisas: ZERO e UM (ou poderia ser U ou N, de UNIVERSO ou de NATUREZA). Quando eles podem manipular ao seu bel prazer (por enquanto, até os computadores não adquirirem inteligência) eles fazem o óbvio básico, mas com alguém que os reconhecem pelo cheiro, os caras até promovem “cientistas” para validarem seus ENROLAMENTOS IDIOMÁTICOS.
    jÚlio pessaNha.

  8. ….E O COMPUTADOR DISSE PARA O HOMEM E PARA A MULHER…TAMBÉM:
    ” No UNIVERSO só há espaço para duas coisas – 0 e UN. ”
    Nossos dias já estão contados, ou nossos idiomas precisam ser aperfeiçoados, ou já somos computadores de gerações NEGATIVAS?
    Abraços ao amigo professor Robson e irmãos do Piauí.
    jÚlio pessaNha.

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